O jogador será destaque da campanha Proteja o Gol, uma campanha da UNAIDS que utiliza a popularidade e o poder do esporte para aumentar a conscientização sobre o HIV/Aids.

David Luiz e Michel Sidebé, na nomeação do jogador, em Genebra. Foto: UNAIDS
Menos de dois meses antes do começo da Copa do Mundo da FIFA no Brasil, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) anunciou nesta quarta-feira (16) a nomeação de mais um embaixador da Boa Vontade do Programa: o zagueiro da seleção brasileira e do Chelsea, David Luiz.
David Luiz apoiará o UNAIDS, promovendo iniciativas do programa da ONU. Ele ajudará a mobilizar os fãs de futebol em todo o mundo, em particular os jovens, com mensagens pedindo o fim da discriminação, em defesa da prevenção e a favor do acesso ao tratamento do HIV para as pessoas que vivem com a doença.
“Estou convencido de que David atingirá milhões de jovens”, disse o diretor executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. “No futebol, os jogadores se unem para produzir resultados. Da mesma forma, devemos nos unir para obter zero novas infecções de HIV. Durante a Copa do Mundo, todos os olhos estarão sobre o Brasil e David será uma inspiração dentro e fora do campo.”
David acredita que “é uma honra enorme ser um embaixador global para o UNAIDS e quero usar essa posição para divulgar as iniciativas sobre como superar a aids em todo o mundo”.
“As pessoas vão estar olhando para o meu país, o Brasil, para ver um grande futebol durante a Copa do Mundo. Esta é uma grande oportunidade e quero ajudar o UNAIDS a ser uma equipe vencedora.”
O jogador será destaque da campanha Proteja o Gol, uma campanha da UNAIDS que utiliza a popularidade e o poder do esporte para aumentar a conscientização sobre o HIV/Aids. Além disso, ele está promovendo a campanha #zerodiscrimination, que convida as pessoas a celebrar o direito de todos a uma vida plena com dignidade — não importa o visual, origem ou de quê gostem.
Dos 35,3 milhões de pessoas que vivem com HIV em todo o mundo, cerca de 5,4 milhões têm idade entre 10 e 24 anos e muitos nem sequer sabem que têm a doença, de acordo com o UNAIDS. A cada ano 780 mil pessoas, com idades entre 15 e 24 anos, são infectadas com o vírus da aids.