São Paulo é uma das cidades da América Latina que mais tem recebido solicitações de refúgio. O documento, lançado em dezembro, concentra principais pedidos, como celeridade na expedição de documentos, aulas de português e revalidação de diplomas, por exemplo.
Os refugiados que vivem em São Paulo querem maior celeridade na expedição de documentos, esperam que os mesmos sejam reconhecidos pelos agentes públicos e pedem mais acesso às políticas públicas de moradia, saúde e educação, com atendimento de profissionais que compreendam suas necessidades. Além disso, querem mais aulas de português e procedimentos facilitados para revalidação de seus diplomas universitários.
Essas recomendações são resultado da mesa-redonda “Diálogo sobre Solidariedade, Convivência e Integração de Refugiados na Cidade de São Paulo”, organizada pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) em junho deste ano. O relatório da mesa redonda, finalizado em dezembro de 2015, condensa as principais demandas e recomendações dos refugiados em São Paulo, uma das cidade que mais tem recebido solicitações de refúgio na América Latina.
A mesa-redonda brasileira foi a segunda de uma série de encontros que ocorreram em cinco cidades ao redor do mundo, com foco na acolhida de refugiados. Esses eventos são parte do projeto “Construindo Comunidades de Prática para Refugiados Urbanos”, uma iniciativa com o objetivo de reforçar a implementação da Política de Proteção de Refugiados e Soluções em Áreas Urbanas do ACNUR.
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