Aisha fugiu da Costa do Marfim para salvar sua filha da mutilação genital feminina. Na Líbia, sua dificuldade rapidamente se transformou em um pesadelo de três meses: ela experimentou abusos repetidos e testemunhou os assassinatos de muitas pessoas detidas com ela. A matéria é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).
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