Obra de Elifas Andreato é protesto contra assassinato do jornalista. Foi exibida pela primeira vez em 1981, na comemoração do centenário do nascimento de Pablo Picasso. Evento reconhece trabalho de jornalistas que colaboram para a promoção da cidadania e dos direitos humanos.
Uma reprodução da obra conhecida como “Guernica Brasileira”, do artista plástico Elifas Andreato, foi a escolha da comissão organizadora, da qual faz parte o Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio), para ser marca visual do 34º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. A imagem é um protesto contra o assassinato do jornalista. Foi exposta pela primeira vez em 1981, durante as comemorações do centenário do nascimento de Pablo Picasso.
Participaram do concurso profissionais das áreas de design, criação, artes gráficas e plásticas. O trabalho rendeu ao autor 500 reais em dinheiro.
O Prêmio é um reconhecimento ao trabalho de jornalistas que contribuem com a promoção da Cidadania e dos Direitos Humanos e Sociais. Sua primeira edição foi realizada em 1979.
A comissão organizadora do 34º Prêmio Vladimir Herzog é formada por onze entidades: Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo(ABRAJI); Associação Brasileira de Imprensa – Representação em São Paulo (ABI/SP); UNIC Rio; Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo; Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP); Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ); Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo; Instituto Vladimir Herzog; Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo (OAB/SP), Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo e Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo.
Para mais informações, clique aqui.