Da esquerda para a direita, Michelle Bachelet, alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos; António Guterres, secretário-geral da ONU; Mariam Alkhawaja, representando a fundação Front Line Defenders; Joenia Wapichana, ativista e advogada indígena do Braisl; María Fernanda Espinosa, a presidente da Assembleia Geral da ONU; Munizae Jahangir, que recebeu o prêmio pela mãe, Asma Jahangir; Rebecca Gyumi, ativista da Tanzânia; e Catherine Pollard, subsecretária-geral da ONU para a Assembleia Geral e Gerência de Conferências. Foto: ONU/Evan Schneider

Da esquerda para a direita, Michelle Bachelet, alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos; António Guterres, secretário-geral da ONU; Mariam Alkhawaja, representando a fundação Front Line Defenders; Joenia Wapichana, ativista e advogada indígena do Braisl; María Fernanda Espinosa, a presidente da Assembleia Geral da ONU; Munizae Jahangir, que recebeu o prêmio pela mãe, Asma Jahangir; Rebecca Gyumi, ativista da Tanzânia; e Catherine Pollard, subsecretária-geral da ONU para a Assembleia Geral e Gerência de Conferências. Foto: ONU/Evan Schneider

Da esquerda para a direita, Michelle Bachelet, alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos; António Guterres, secretário-geral da ONU; Mariam Alkhawaja, representando a fundação Front Line Defenders; Joenia Wapichana, ativista e advogada indígena do Braisl; María Fernanda Espinosa, a presidente da Assembleia Geral da ONU; Munizae Jahangir, que recebeu o prêmio pela mãe, Asma Jahangir; Rebecca Gyumi, ativista da Tanzânia; e Catherine Pollard, subsecretária-geral da ONU para a Assembleia Geral e Gerência de Conferências. Foto: ONU/Evan Schneider

Da esquerda para a direita, Michelle Bachelet, alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos; António Guterres, secretário-geral da ONU; Mariam Alkhawaja, representando a fundação Front Line Defenders; Joenia Wapichana, ativista e advogada indígena do Braisl; María Fernanda Espinosa, a presidente da Assembleia Geral da ONU; Munizae Jahangir, que recebeu o prêmio pela mãe, Asma Jahangir; Rebecca Gyumi, ativista da Tanzânia; e Catherine Pollard, subsecretária-geral da ONU para a Assembleia Geral e Gerência de Conferências. Foto: ONU/Evan Schneider