António Guterres alertou, no entanto, que a assistência humanitária não pode resolver o conflito. Ele pediu uma “solução política urgente”.
António Guterres alertou, no entanto, que a assistência humanitária não pode resolver o conflito. Ele pediu uma “solução política urgente”.

Alto comissário da ONU para Refugiados, António Guterres fala com um pai iraquiano em Khazair, no norte do Curdistão, que descreveu como ele e sua família foram forçados a fugir de Mossul. Foto: ACNUR/N.Colt
O alto comissário das Nações Unidas para Refugiados, António Guterres, visitou um ponto de trânsito em Khazair, próximo da cidade de Erbil, na região iraquiana do Curdistão, para onde centenas de civis fogem todos os dias da crise de violência que assola o país.
Segundo dados oficiais, cerca de 300 mil iraquianos já buscaram abrigo na relativamente pacífica região do Curdistão. A maioria vinha de Mossul, segunda maior cidade do país e recentemente capturada por grupos terroristas.
Guterres, que é chefe da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), pediu apoio da comunidade internacional para os refugiados iraquianos, mas alertou que a assistência humanitária não pode resolver o conflito. Ele pediu uma “solução política urgente”.
Confira nesta reportagem da ONU e saiba mais em www.onu.org.br/especial/iraque