Julia Sebutine obteve maioria absoluta tanto na Assembleia Geral como no Conselho de Segurança da ONU e ocupará a função por nove anos.
A Assembleia Geral e o Conselho de Segurança das Nações Unidas elegeram na terça-feira (13/12) a jurista ugandense Julia Sebutine para a última vaga da Corte Internacional de Justiça (CIJ), o principal órgão judicial da ONU. Sebutine obteve maioria absoluta tanto na Assembleia como no Conselho.
A nova juíza servirá na CIJ por nove anos, a partir de 5 de fevereiro. Sebutine se junta ao italiano Giorgio Gaja, ao japonês Hisashi Owada, ao eslovaco Peter Tomka e à chinesa Xue Hanqin, eleitos em novembro.
Os juízes são escolhidos com base nas suas qualificações, e não nas nacionalidades, mas não pode haver dois magistrados do mesmo país. Esforços também são feitos para assegurar que os principais sistemas legais do mundo sejam refletidos na composição da Corte.
Estabelecida em 1945 e baseada em Haia, Holanda, a CIJ resolve disputas legais entre Estados e emite pareceres consultivos sobre questões legais submetidas por outros órgãos autorizados das Nações Unidas.