Lavar as mãos ajuda a combater proliferação de micróbios resistentes, diz ONU em dia mundial

Em 2017, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) lembram o Dia Mundial de Higienização das Mãos, observado em 5 de maio, com a campanha “A luta contra a resistência microbiana está em suas mãos”.

Atividades de conscientização, apoiadas pelo Brasil, abordam importância da lavagem das mãos entre médicos e pacientes. Higiene é fundamental para prevenir infecções, incluindo as resistentes a antibióticos.

Imagem: OPAS/Governo Federal do Brasil

Imagem: OPAS/Governo Federal do Brasil

Em 2017, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) lembram o Dia Mundial de Higienização das Mãos, observado em 5 de maio, com a campanha “A luta contra a resistência microbiana está em suas mãos”.

Atividades de conscientização — apoiadas no Brasil pelo governo federal, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e pelo Sistema Único de Saúde (SUS) — abordam importância da lavagem das mãos para prevenir infecções.

As agências da ONU ressaltam que a higienização das mãos é tema central dos programas de prevenção e controle de doenças transmissíveis, pois permite combater de forma eficaz a propagação de germes resistentes a medicamentos.

Os organismos internacionais recomendam aos Estados-membros ações para garantir que: profissionais de saúde higienizem suas mãos nos momentos adequados. A higiene realizada na hora certo e da maneira correta pode salvar vidas. De acordo com as Diretrizes da OMS sobre Higienização das Mãos em Serviços de Saúde, antes de tocar o paciente e de realizar qualquer procedimento asséptico, é importante que o profissional lave adequadamente as mãos para evitar a transmissão de micro-organismos que podem causar

A limpeza e lavagem das mãos também são fundamentais após o contato com a pessoa atendida, inclusive em caso de exposição a fluidos corporais e depois de remover as luvas. O profissional deve lavar as mãos mesmo que tenha tocado apenas as superfícies, mobília e objetos próximos ao paciente, assim como ao sair do ambiente de assistência.

A OPAS e a OMS também indicam que diretores-executivos e gerentes de hospitais apoiem ​​a campanha e iniciativas de combate a patologias infecciosas, protegendo assim os pacientes de infecções resistentes a antibióticos. Para as duas organizações, formuladores de políticas públicas devem evitar a propagação da resistência aos remédios, ao tornarem prioridades nacionais a prevenção de infecções e a lavagem das mãos.