Segundo dados atualizados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a Libéria já registrou 2.300 casos e 1.200 mortes. Cerca de 152 profissionais de saúde foram infectados e 79 morreram.

ACNUR doou um caminhão para o Ministério de Assuntos Internos da Libéria para usar na luta contra o vírus Ebola. Foto: UNMIL
“Nós não vamos deixar a Libéria. Estamos aqui para manter o curso das ações e para ajudar o povo do país e seus vizinhos a passar por essa terrível crise”, declarou o subsecretário-geral da ONU para Operações de Paz, Hervé Ladsous, à imprensa, nesta quinta-feira (11), sobre o surto do vírus Ebola no país.
Ladsous destacou que está avaliando juntamente com toda a Missão das Nações Unidas na Libéria (UNMIL) como pode ajudar ainda mais o país em relação ao surto neste momento e a longo prazo, inclusive já se reuniu com o presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, e os ministros da Justiça e das Relações Exteriores para traçar um plano em comum. “Apesar da epidemia ter proporções sem precedentes, nós sabemos o que fazer e apoiamos a Organização Mundial da Saúde (OMS) no desenvolvimento do seu trabalho”, acrescentou.
Na ocasião, o subsecretário afirmou que para conseguir combater o surto do Ebola na Libéria e nos outros países afetados é necessário o “apoio em massa” da comunidade internacional à ONU e também “reunir um maior apoio financeiro e político.” De acordo com ele, mais de 8 mil pessoas da UNMIL – entre militares, policiais e civis – não poupariam esforços para esse objetivo.
Segundo dados atualizados da OMS, a Libéria já registrou 2.300 casos e 1.200 mortes. Além disso, cerca de 152 profissionais de saúde foram infectados e 79 morreram.