O conflito armado no Afeganistão matou 763 civis e feriu outros 1.495 nos primeiros três meses deste ano, relatou na semana passada (19) a missão das Nações Unidas no país.
“Todos os grupos envolvidos no conflito no Afeganistão precisam fazer tudo o que estiver ao seu alcance para proteger os civis”, disse Ingrid Hayden, representante especial adjunta do secretário-geral da ONU no Afeganistão. “Os civis afegãos continuam sofrendo, presos no conflito, de maneiras que são evitáveis; isso precisa acabar”, completou.

Foto: UNAMA
O conflito armado no Afeganistão matou 763 civis e feriu outros 1.495 nos primeiros três meses deste ano, relatou na semana passada (19) a missão das Nações Unidas no país.
“Todos os grupos envolvidos no conflito no Afeganistão precisam fazer tudo o que estiver ao seu alcance para proteger os civis”, disse Ingrid Hayden, representante especial adjunta do secretário-geral da ONU no Afeganistão. “Os civis afegãos continuam sofrendo, presos no conflito, de maneiras que são evitáveis; isso precisa acabar”, completou.
As 2.258 vítimas civis, documentadas de 1º de janeiro a 31 de março pela Missão de Assistência da ONU no país, conhecida como UNAMA, estão nos mesmos níveis dos primeiros três meses de 2017 e 2016. Grupos anti-governamentais deixaram 1,5 mil vítimas civis, alta de 6% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Explosivos improvisados e ataques complexos foram a principal causa de vítimas civis. A missão constatou que os combates em terra eram a segunda principal causa, seguidos por assassinatos planejados e deliberados, explosivos remanescentes de guerra e operações aéreas.