Autoridades de saúde das Américas participam até 28 de maio da 72ª Assembleia Mundial da Saúde, que acontece em Genebra, na Suíça. O evento reunirá mais de 4 mil delegados dos 194 países que compõem a Organização Mundial da Saúde (OMS) para tratar dos principais problemas referentes ao tema no mundo.
Durante a Assembleia, os países buscarão acordos sobre como alcançar a cobertura universal de saúde por meio da atenção primária, recursos humanos para o setor, bem como um plano de ação global sobre segurança dos pacientes.
A Assembleia Mundial da Saúde é o órgão supremo de tomada de decisão da OMS. Suas principais funções são determinar as políticas da Organização, indicar um diretor-geral, supervisionar as políticas financeiras e revisar e aprovar o orçamento.

Delegações participam de reunião da 71ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada no ano passado. Foto: OMS
Autoridades de saúde das Américas participam até 28 de maio da 72ª Assembleia Mundial da Saúde, que acontece em Genebra, na Suíça. O evento reunirá mais de 4 mil delegados dos 194 países que compõem a Organização Mundial da Saúde (OMS) para tratar dos principais problemas referentes ao tema no mundo.
Durante a Assembleia, os países buscarão acordos sobre como alcançar a cobertura universal de saúde por meio da atenção primária, recursos humanos para o setor, bem como um plano de ação global sobre segurança dos pacientes.
Na ocasião, também serão discutidos saúde, mudança climática e meio ambiente, acesso a medicamentos e vacinas, promoção da saúde para refugiados e migrantes, além de preparação e resposta a emergências, entre outras questões relevantes.
A região das Américas participa com seus representantes da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da OMS para as Américas, chefiado por Carissa F. Etienne, bem como por delegações nacionais lideradas pelas respectivas autoridades nacionais de saúde.
A Assembleia Mundial da Saúde é o órgão supremo de tomada de decisão da OMS. Suas principais funções são determinar as políticas da Organização, indicar um diretor-geral, supervisionar as políticas financeiras e revisar e aprovar o orçamento.
Neste ano, os ministros e autoridades de saúde do mundo foram convidados a falar no plenário “Saúde para todos: sem deixar ninguém para trás”.
As delegações receberão informes técnicos sobre um plano de ação global para uma vida saudável e bem-estar para todos; o surgimento de novas tecnologias; a cobertura universal de saúde; a necessidade de fortalecer os esforços na área da saúde mental; investimento em postos de trabalho em saúde; a promoção local de medicamentos e tecnologias em saúde; instalações de saúde sustentáveis, de economia verde e resilientes às mudanças climáticas; e uma nova visão para o alcance de uma população mais saudável.
Paralelamente à Assembleia, as delegações das Américas também promoverão uma série de eventos relacionados à saúde universal; doenças não transmissíveis; acesso a medicamentos e produtos de saúde acessíveis; envelhecimento saudável; migração e saúde universal; esforços para eliminar a malária; e poluição do ar, entre outros temas.