Funcionários das Nações Unidas que atuam na República Democrática do Congo colhem depoimentos de 20 civis e policiais que estiveram no comício em Kivu do Sul, onde 50 pessoas ficaram feridas.

Oficial de direitos humanos estende a mão a prisioneiro como sinal de apoio em investigação sobre detenção arbitrária em Karuba, território Masisi, Kivu do Norte, RDC. Foto: MONUSCO/Sylvain Liechti
O chefe da Missão das Nações Unidas para a Estabilização na República Democrática do Congo (MONUSCO) se disse preocupado com a violência que tomou conta de um comício realizado na quinta-feira (20) em Bukavu, Kivu do Sul. O ato organizado pela União pela Nação Congolesa deixou 50 feridos.
“Gostaria de lembrar da responsabilidade compartilhada entre atores políticos, autoridades administrativas e de segurança”, disse Martin Kobler na sexta-feira (21). “Preservar a paz e a segurança para todos assim como o respeito aos direitos humanos é responsabilidade de todos.”
A MONUSCO, que tem mandato para proteger civis, colheu depoimentos de 20 civis e policiais que testemunharam o incidente.