Missão da ONU na Líbia condena onda de atentados suicidas e pede continuação de diálogo político

De acordo com a UNSMIL, militantes aliados ao Estado Islâmico do Iraque e do Levante alegaram responsabilidade por ataques que aconteceram durante a semana passada nas áreas de Al-Qubba, Sirte e Misrata.

Civis caminhando ao longo da ruaTrípoli, em Misrata, Líbia. Foto: ACNUR/Helen Caux

Civis caminhando ao longo da ruaTrípoli, em Misrata, Líbia. Foto: ACNUR/Helen Caux

A Missão de apoio da ONU na Líbia (UNSMIL) condenou a onda de atentados suicidas por terroristas islâmicos com vista a minar o diálogo político em curso no país.

“Em um tempo onde todas as partes na Líbia estão exercendo intensos esforços para tentar chegar a um acordo político que levaria ao fim os conflitos políticos e militares, não pode haver dúvida sobre o calendário desses ataques terroristas, que são claramente parte de uma campanha sistemática para minar o processo de diálogo em curso e instalar um sentimento de desconfiança e hostilidade entre as diferentes partes”, disse a UNSMIL em declaração.

De acordo com o relatório, militantes aliados ao Estados Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) alegaram responsabilidade pelos ataques que aconteceram durante a semana passada nas áreas de Al-Qubba, Sirte e Misrata.

No relatório, a UNSMIL saudou “as recentes declarações expostas por uma série de entidades civis e militares na Líbia prometendo compromisso com os esforços em curso de apoio ao diálogo e iniciativas de reconciliação local”.