Missão no Sudão do Sul condena morte de jornalista ex-funcionário da ONU

Na manhã da última quarta-feira (5), ele teria sido arrastado de sua casa nos arredores da capital sul-sudanesa Juba por homens armados não identificados e morto a tiros.

Comissão de Direitos Humanos do Sudão do Sul (UNMISS)A Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS) expressou preocupação hoje (7) com o assassinato do jornalista Diing Chan Awol e acrescentou a sua voz aos apelos crescentes para uma investigação completa sobre o assassinato.

Além disso, a Missão da ONU observou que continuará a fornecer “apoio amplo” para a polícia local em um esforço para ajudá-los a melhorar a segurança do país contra crimes, bem como investigar e levar os agressores à justiça.

De acordo com relatos da mídia, Awol — que era um ex-funcionário da ONU durante a guerra civil do Sudão na década de 1990 e trabalhava como funcionário do governo, no momento de sua morte — também tinha o pseudônimo de Isaiah Abraham e escrevia artigos para sites de notícias, incluindo o Sudan Tribune and Gurtong, onde era bastante crítico em relação ao governo do país.

Na manhã da última quarta-feira (5), ele teria sido arrastado de sua casa nos arredores da capital sul-sudanesa Juba por homens armados não identificados e morto a tiros.