Alvos foram oficiais de segurança e militares, além de ativistas políticos e cidadãos. Missão quer prioridade para assegurar “condições para se alcançar a transição democrática na Líbia”.

Foto em Leptis Magna, próspera cidade do Império Romano. Suas ruínas estão situadas em Al-Khums, na Líbia, a 130 quilômetros ao leste de Trípoli. Foto: UNSMIL/Iason Athanasiadis
Oficiais de segurança e militares, além de ativistas políticos e cidadãos, foram alvo de uma onda de assassinatos em Bengazi, na Líbia. A missão da ONU no país (UNSMIL) condenou os ataques.
“A UNSMIL sublinha a necessidade de se intensificarem os esforços do governo e dos cidadãos para enfrentarem estes crimes hediondos”, afirmaram os membros da missão num comunicado emitido a partir de Trípoli.
A missão disse ser preciso dar “passos rápidos e práticos para evitar o impacto devastador na paz e segurança assim como na proteção das pessoas de Bengazi”.
“A missão apela às autoridades líbias a dar a este assunto a prioridade que merece para se assegurarem as condições para se alcançar a transição democrática na Líbia”, afirmou a UNSMIL no comunicado.