Para Claudia Chilaze, dona de um atelier no tradicional Saara, centro comercial do Rio de Janeiro, o Carnaval não é apenas uma época de folia. Com as festas, chegam consumidores que movimentam as vendas de bijuterias, colares, pulseiras e outros adereços. A loja tem um diferencial. A comerciante conta que faz os produtos com materiais que seriam jogados no lixo, como tampas de PET e cordas de varal.

Claudia Chilaze faz bijuterias e produtos com materiais reaproveitados. Foto: Centro RIO+/Brenda Hada
Para Claudia Chilaze, dona de um atelier no tradicional Saara, centro comercial do Rio de Janeiro, o Carnaval não é apenas uma época de folia. Com as festas, chegam consumidores que movimentam as vendas de bijuterias, colares, pulseiras e outros adereços. Segundo a proprietária, o lucro da semana pré-Carnaval foi igual ao do Natal de 2016.
A loja de Claudia tem um diferencial. Ela conta que faz os produtos com materiais que seriam jogados no lixo, mas que são reaproveitados para evitar o desperdício. É o caso dos cordões feitos a partir de cordas de varal, que são revestidas por crochê colorido. A proprietária conta que já usou até tampinhas de garras PET para confeccionar adereços.
Para o Centro RIO+ das Nações Unidas, o negócio de Claudia, que já existe há mais de 20 anos no Saara e emprega direta e indiretamente cerca de 50 pessoas, é um exemplo de como atividades produtivas podem ter um impacto menor sobre o meio ambiente. Transformando o lixo em beleza, a comerciante segue enfeitando os cariocas em fevereiro e no resto do ano.