Após o Nobel da Paz de 2016 ter sido concedido ao presidente colombiano, Juan Manuel Santos, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta sexta-feira (7) que o prêmio é uma mensagem oportuna para todos aqueles que trabalharam duro pela paz, e fornece necessária esperança e estímulo a todos os colombianos.

Ban participou em setembro de cerimônia de assinatura do acordo de paz na Colômbia, ocorrida em Cartegena. Plebiscito realizado no domingo (2) rejeitou o pacto. Foto: OSSG
Após o Nobel da Paz de 2016 ter sido concedido ao presidente colombiano, Juan Manuel Santos, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta sexta-feira (7) que o prêmio é uma mensagem oportuna para todos aqueles que trabalharam duro pela paz, e fornece necessária esperança e estímulo a todos os colombianos.
“(O prêmio) diz a eles para continuar trabalhando até que o processo de paz chegue a uma conclusão bem sucedida”, disse Ban em comunicado emitido por seu escritório.
“Elogio as declarações de todos os interessados que estão comprometidos com a paz, e saúdo o comprometimento contínuo das partes com o cessar-fogo, se líderes conduzirem o diálogo com pragmatismo, focados no desejo de paz do povo colombiano”, acrescentou.
No comunicado desta sexta-feira, o chefe da ONU disse que o resultado do plebiscito do último domingo (2) — que teve a vitória do “não” para o acordo de paz entre governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) — não deve dividir o povo colombiano, que está trabalhando para construir um país pacífico. Ban também elogiou o diálogo iniciado para determinar o caminho a seguir.
“Este prêmio diz a eles: vocês foram muito longe para agora decidir voltar. O processo de paz deve inspirar nosso mundo”, disse o secretário-geral.