OIT promove seminário em SP para discutir trabalho decente para a juventude brasileira

Um seminário promovido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em São Paulo no fim de setembro (21) discutiu formas de promover o trabalho decente para a juventude brasileira, com base nos resultados de três anos de pesquisas realizadas pela organização em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

Evento da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em São Paulo discutiu políticas para impulsionar o trabalho decente para a juventude brasileira. Foto: EBC

Evento da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em São Paulo discutiu políticas para impulsionar o trabalho decente para a juventude brasileira. Foto: EBC

Um seminário promovido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em São Paulo no fim de setembro (21) discutiu formas de promover o trabalho decente para a juventude brasileira, com base nos resultados de três anos de pesquisas realizadas pela organização em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

“Desde 2012, o Escritório da OIT no Brasil vem desenvolvendo junto a seus parceiros um conjunto de estudos, análises e propostas de políticas públicas sobre a transição da escola para o mundo do trabalho da juventude brasileira, o que envolveu uma pesquisa nacional representativa e estudos complementares sobre os temas de educação, trabalho e gênero”, disse a especialista em políticas de emprego da OIT, Anne Porthuma.

Sob o tema “Trajetórias dos jovens brasileiros no mundo do trabalho: achados e desafios para a promoção do trabalho decente”, o evento debateu iniciativas e políticas futuras, com foco em pesquisas e análises sobre o trabalho e a juventude brasileira.

“Este seminário pretende fechar um ciclo de trabalho que traz importantes recomendações para as políticas públicas e abrir outro que pretende avançar ainda mais na compreensão das questões da juventude contemporânea”, destacou a diretora adjunta de estudos e políticas sociais do IPEA, Enid Rocha.