As voluntárias da “Rede Borboletas com Asas Novas, Construindo um Futuro” arriscam suas vidas para ajudar sobreviventes do deslocamento e abuso sexual na Colômbia. Elas já ajudaram mais de mil mulheres e suas famílias.

O Alto Comissário da ONU para Refugiados, António Guterres, entregando a Medalha Nansen às representantes de Rede Borboletas com Asas Novas. Foto: ACNUR
A ONG colombiana “Rede Borboletas com Asas Novas, Construindo um Futuro”, que trabalha em defesa dos direitos das mulheres, recebeu o Prêmio Nansen para Refugiados do Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR), nesta segunda-feira (29), em uma cerimônia especial de entrega, em Genebra. Na ocasião, a ONG foi representada por três mulheres: Gloria Amparo, Maritza Asprilla Cruz e Mery Medina.
Atuando na cidade portuária de Buenaventura, no litoral do Pacífico, as voluntárias da Rede arriscam suas vidas para ajudar sobreviventes do deslocamento e abuso sexual no país. Elas já ajudaram mais de mil mulheres e suas famílias.
O Prêmio Nansen para Refugiados é a maior honraria humanitária do ACNUR. Desde 1954, quando Eleanor Roosevelt tornou-se a primeira ganhadora, mais de 60 indivíduos, grupos ou organizações foram reconhecidos por seu trabalho excepcional em favor de pessoas deslocadas.