ONG lança guia sobre trabalho escravo para jornalistas brasileiros

A Organização Não Governamental Repórter Brasil lançou um guia online para jornalistas que detalha a definição do termo trabalho análogo à escravidão, fornece dados sobre o tema e indica os setores produtivos que mais concentram a prática, além de oferecer uma lista de fontes do poder público e da sociedade civil.

O Brasil é um dos signatários da Convenção 29 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), pela qual se comprometeu a “abolir a utilização do trabalho forçado ou obrigatório, em todas as suas formas, no mais breve espaço de tempo possível”.

Combate a formas de trabalho similares à escravidão é meta de projeto apoiado pela OIT no Mato Grosso. Foto: Portal Brasil

ONG Repórter Brasil combate formas contemporâneas de trabalho similares à escravidão. Foto: Portal Brasil

A Organização Não Governamental Repórter Brasil lançou em seu site um guia para jornalistas, detalhando a definição do que pode ser considerado trabalho análogo à escravidão, disponibilizando dados sobre o tema e indicando os setores produtivos que mais concentram a prática, além de uma lista de fontes do poder público e da sociedade civil.

O Brasil é um dos signatários da Convenção 29 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), pela qual se comprometeu a “abolir a utilização do trabalho forçado ou obrigatório, em todas as suas formas, no mais breve espaço de tempo possível”.

Adotado pela OIT em 1930 e ratificado pelo país em 1957, o instrumento é uma das normas e leis apresentadas pelo “Guia Rápido para Jornalistas sobre o Trabalho Escravo” da organização.

De acordo com a Repórter Brasil, a visibilidade do tema a partir da cobertura dos meios de comunicação fomenta o debate público sobre o assunto, contribuindo para a identificação e a denúncia da escravidão contemporânea.

Clique aqui para acessar o guia completo.