Para marcar o fim do “outubro rosa”, diretora da OPAS/OMS enumerou em vídeo os principais compromissos assumidos pelos Estados-membros da ONU para combater a doença.

Pacientes que superaram o câncer de mama fazem manifestação em Brasília, em novembro de 2013, marcando o Dia Nacional do Combate ao Câncer. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Em comemoração ao Outubro rosa, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama, a sede da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial de Saúde (OMS), não só “se vestiu de rosa” como também promoveu vários eventos em parceria com o Ministério da Saúde, o Senado Federal e outras instituições para divulgar e discutir a doença.
Focado nas questões atuais sobre a doença, as palestras ministradas pela instituição abordaram as principais diretrizes do Ministério da Saúde quanto às ações contra o câncer a partir do diagnóstico, além de medidas de prevenção, controle e cuidados à saúde.
Informação, rastreamento e prevenção do problema por meio de mamografias também estiveram em pauta. Segundo o Ministério da Saúde, é aconselhado que mulheres entre 50 e 69 anos façam mamografia de dois em dois anos e que deve sempre ter um acompanhamento médico.
Compromissos dos Estados-membros
Em um vídeo lançado durante a 69ª Assembleia Geral da ONU em setembro, a diretora da OPAS/OMS, Carissa Etienne, enumerou os compromissos assumidos pelos Estados-membros para combater e promover consciência sobre o câncer.
Segundo Etienne, dentre as principais ações estão: tornar o câncer uma prioridade na agenda de saúde pública, divulgar métodos preventivos, assegurar que os serviços estejam disponíveis e acessíveis para tratamento e prevenção, aumentar o acesso à vacina contra o HPV e engajar e mobilizar parcerias com grupos operantes na saúde.
A diretora da OPAS/OMS diz que “nenhuma mulher deve sentir-se incapaz diante de um diagnóstico de câncer. Nós precisamos trabalhar juntos para combater e prevenir esta doença”. Por fim, ela pede a mobilização de todos em prol desta causa e diz que acredita “sermos capazes de mudar a história”.