Em meio a confrontos no país, mais de 100 afegãos foram feridos e 6.000 fugiram da cidade de Kunduz, invadida por talibãs.

Mulher afegã durante uma feira para aumentar a conscientização sobre minas no Afeganistão. Foto: UNAMA
O representante especial para o Afeganistão do secretário-geral das Nações Unidas e chefe da Missão no país, Nicholas Haysom, pediu que todas as partes envolvidas nos conflitos que aconteceram nesta semana no Afeganistão respeitem os direitos humanos dos civis.
A cidade estratégica do Afeganistão, Kunduz, foi invadida por Talibãs na última segunda-feira (28). As tropas afegãs entraram em confronto com o grupo e já tomaram grande parte da cidade. Pelo menos 100 pessoas foram mortas ou feridas e 6.000 fugiram da cidade devido ao conflito.
Mark Bowden, coordenador humanitário do Afeganistão nas Nações Unidas enfatizou a necessidade de facilitar acesso à assistência médica para a população e evitar uso de explosivos improvisados e armas em áreas populosas da cidade.
“A proteção dos civis deve estar no centro de qualquer resposta para a situação atual em Kunduz, e as forças talibãs e tropas afegãs devem tomar todas as medidas cabíveis para prevenir acidentes”, explicou Bowden.