Minas e explosivos terrestres remanescentes de guerras ainda são uma ameaça em diversos países. No Afeganistão, uma média de 42 civis morreram ou ficaram feridos por mês nos últimos dois anos em decorrência das minas.

Veículo equipado com sistema de detecção de minas usado pelo UNMAS para verificar se as estradas estão livres de minas terrestres. Foto: UNMAS
O Serviço de Ação de Minas da ONU (UNMAS) está expandindo suas operações no Afeganistão, República Democrática do Congo (RDC), Líbia, Somália e Sudão do Sul graças a uma contribuição de 18 milhões de dólares do Governo do Japão.
“O apoio do Japão vai salvar vidas, aumentar a estabilidade e, o mais importante, levar esperança para as populações que viveram com o medo há muitos anos”, afirmou o Chefe de Operações da UNMAS, Paul Heslop.
A agência da ONU vai dividir os recursos entre seus programas em cinco países, onde as minas e explosivos terrestres remanescentes de guerras ainda são uma ameaça para a população local.
No Afeganistão, por exemplo, uma média de 42 civis morreram ou ficaram feridos por mês em acidentes provocados por essas minas nos últimos dois anos. O país continua sendo um dos países com mais minas no mundo.