Parte do trabalho do Programa é providenciar alimentação emergencial e ajudar outras agências a superar desafios que impeçam acesso das pessoas aos seus serviços.
As Nações Unidas irão aumentar sua ajuda às 80 mil pessoas afetadas pela violência étnica no estado de Jonglei no Sudão do Sul. O Vice-Diretor do Programa Mundial de Alimentos (PMA), Ramiro Lopes da Silva, disse hoje (31/01) que “a violência é apenas um dos problemas do estado e o mundo deve responder para garantir que as pessoas desse recente país tenham a ajuda necessária para construir um país próspero e pacífico”.
Dezenas de pessoas se tornaram deslocados devido ao conflito entre as comunidades de Lou Nuer e Murle, o que obrigou as agências a aumentarem seus esforços. Lopes da Silva disse que “muitas mulheres que eu encontrei em Pibor e Akobo perderam suas crianças e não tinham ninguém a quem recorrer, exceto às agências humanitárias”.
Parte do trabalho do Programa é providenciar alimentação emergencial durante 15 dias, assim como ajudar outras agências a superar desafios que impeçam acesso das pessoas aos seus serviços.
Segundo o comunicado de imprensa, o Programa já conta com 3 helicópteros, um avião e 28 caminhões não apenas destinados a entregar comida, mas também itens de abrigo e abastecimento médico. Antes que as chuvas tornem as estradas intransponíveis, o PMA planeja ter distribuído alimentação a 90% das locações. Ele também ressaltou a importância de ajudar as famílias a cultivar suas lavouras em tempo para a próxima colheita em agosto.