ONU condena assassinato de jornalista do Azerbaijão e cobra investigação

A chefe da UNESCO, Irina Bokova, afirmou que as autoridades devem garantir que os responsáveis sejam levados à justiça: ‘isso é essencial para proteger o Estado de Direito e a liberdade de imprensa’.

Jornalistas cobrem evento na ONU, em Nova York. Foto: ONU/Evan Schneider

Jornalistas cobrem evento na ONU, em Nova York. Foto: ONU/Evan Schneider

A diretora geral Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, condenou, nesta quarta-feira (12), o assassinato do jornalista azerbaidjano, Rasim Aliyev, que morreu na capital do país, Baku, em 9 de agosto.

A diretora geral disse também que as autoridades devem garantir que os responsáveis pela morte de Aliyev sejam levados à justiça e que “isso é essencial para proteger o Estado de Direito e a liberdade de imprensa”.

Aliyev, de 30 anos, um colaborador freelancer de vários sites de notícias independentes do Azerbaijão, morreu no hospital em decorrência de ferimentos após ser espancado por vários agressores em 8 de agosto. O jornalista, que presidiu o Instituto para a Liberdade e Segurança dos Repórteres em Baku teria pedido proteção policial após sofrer ameaças de morte.