Um policial em Cabul patrulha as ruas da capital do país, que continua sendo o país mais perigoso para os trabalhadores humanitários no mundo. Foto: Obinna Anyadike/IRIN
Um policial em Cabul patrulha as ruas da capital do país, que continua sendo o país mais perigoso para os trabalhadores humanitários no mundo. Foto: Obinna Anyadike/IRIN