Morte de repórter no domingo (7) aumenta para cinco o número de jornalistas assassinatos no país somente em 2013. Libaan Abdullahi Farah ‘Qaran’, da TV Kalsan, foi alvejado no caminho do trabalho para casa.

Foto: UNESCO
O chefe da Missão de Assistência das Nações Unidas na Somália (UNSOM), Nicholas Kay, destacou nesta segunda-feira (8) a importância de proteger os jornalistas e defender a liberdade de imprensa. O repórter Libaan Abdullahi Farah ‘Qaran’, da TV Kalsan, foi morto a tiros quando voltava para casa após o trabalho no domingo (7), em Gaalkacyo, capital de Mudug, centro-norte do país.
A UNSOM afirmou que, com esta morte, aumenta para cinco o número de jornalistas assassinados em 2013 na Somália, que continua a ser um dos lugares mais perigosos do mundo para profissionais da mídia.
“A UNSOM se dedica a trabalhar com as autoridades somalis para fortalecer os setores de segurança e justiça, a fim de assegurar que a Somália esteja segura e que os responsáveis por crimes violentos sejam levados à justiça”, afirmou Kay.
O número de jornalistas assassinados no país este ano sobe para cinco. A Somália continua sendo uma das nações mais perigosas do mundo para o exercício dessa profissão.