ONU-HABITAT debate impactos socioeconômicos de refinaria petroquímica no Maranhão

Representantes da Petrobras e da Universidade Federal Fluminense também participam de oficina de Monitoramento dos Indicadores Socioeconômicos dos Municípios do entorno da refinaria Premium 1. Compartilhamento de informações sobre impacto da construção do complexo petroquímico de Itaboraí, no leste do Estado do Rio de Janeiro, acontece de 23 a 25 de abril no centro de Ciências Sociais da Universidade Federal do Maranhão.

O Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT) participa de hoje (23/04) até quarta-feira (25/04) da oficina de Monitoramento dos Indicadores Socioeconômicos dos Municípios do entorno da refinaria Premium 1, que será construída no Maranhão. A atividade promovida no centro de Ciências Sociais da Universidade Federal do Maranhão conta ainda com representantes da Petrobras e da Universidade Federal Fluminense para compartilhar dados sobre o impacto da construção do complexo petroquímico de Itaboraí, no leste do Estado do Rio de Janeiro.

“A idéia é colocar os prós e contras da experiência que acontece na região leste do Rio de Janeiro, tem uma linha de base em cada município maranhense para cada um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e poder acompanhar a sua evolução. Mas o principal é poder colaborar com os governos locais para enfrentar os desafios que esta nova etapa apresenta”, diz o Chefe de Consultoria Técnica da ONU-HABITAT, Oscar Fernando Marmolejo.

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