Avanços ocorrem do setor audiovisual até a proteção de conhecimentos tradicionais dos povos indígenas.
A agência das Nações Unidas encarregada de defender a propriedade intelectual, tais como marcas, patentes e direitos autorais, abriu hoje (27/09) sua reunião anual apresentando progressos em áreas que vão desde performances audiovisuais até a proteção de conhecimentos tradicionais dos povos indígenas.
“A atmosfera entre os Estados-Membros tem melhorado muito”, disse o Diretor Geral da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI), Francis Gurry, durante a abertura do evento em Genebra. Segundo ele, em junho deste ano, foi alcançado um acordo mais claro para a base jurídica que regula o uso internacional de obras audiovisuais, tanto na mídia tradicional como em redes digitais.
Ao falar dos progressos do Comitê Intergovernamental sobre Propriedade Intelectual e Recursos Genéticos, Conhecimentos Tradicionais e Folclore, Gurry destacou o fato de ter recebido uma declaração de expectativas de representantes indígenas sobre o tema. O órgão é responsável por propor medidas para garantir que o acesso aos recursos genéticos e conhecimentos tradicionais associados cumpram condições específicas de uso e repartição de benefícios.