O porta-voz do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Rupert Colville, lamentou na sexta-feira (27) a morte do ex-relator de direitos humanos da ONU Nigel Rodley, na semana passada (25), aos 75 anos.
Na ocasião, Colville lembrou as importantes contribuições de “um dos mais conhecidos atores públicos” da organização.

Nigel Rodley, então presidente do Comitê de Direitos Humanos da ONU, em coletiva de imprensa na sede das Nações Unidas, em Nova York, em 2010. Foto: ONU/Paulo Filgueiras
O porta-voz do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Rupert Colville, lamentou na sexta-feira (27) a morte do ex-relator de direitos humanos da ONU Nigel Rodley, na semana passada (25), aos 75 anos.
Na ocasião, Colville lembrou as importantes contribuições de “um dos mais conhecidos atores públicos” da organização. “Ele falava francamente e diretamente com qualquer um, até com os mais poderosos. Também tratava todos com grande bondade e humanidade”, disse o porta-voz a jornalistas em Genebra.
Além de servir na Comissão de Direitos Humanos por 16 anos entre 2001 e 2016, Rodley também atuou como relator especial das Nações Unidas sobre a tortura e outros atos cruéis, desumanos ou degradantes de 1993 a 2001.
“Para nós do Escritório de Direitos Humanos da ONU, ele era uma pessoa que sempre estava disposta a passar seus conhecimentos e sua experiência para uma geração mais nova”, acrescentou Rupert Colville.
Nigel também foi professor de Direito e presidente do Centro de Direitos Humanos da Universidade de Essex, no Reino Unido. Muitos dos seus alunos estão agora trabalhando no ACNUDH e em outras instituições de direitos humanos do mundo.