Em particular, os programas de realojamento e reinstalação propostos com base em uma chave de distribuição, a promessa de oferecer meios legais mais seguros aos requerentes de asilo e distribuir a responsabilidade de proporcionar proteção internacional mais equitativa em toda a União Europeia.

Um membro do pessoal do ACNUR observa as pessoas resgatadas do Mediterrâneo desembarcando de um navio da guarda costeira italiana em Palermo, Sicília, no início de abril. Foto: ACNUR/F. Malavolta
A agência de refugiados da ONU (ACNUR) e o enviado especial da ONU para as migrações internacionais aplaudiram as propostas das autoridades da União Europeia para lidar com refugiados e imigrantes que chegam à Europa através do Mediterrâneo, exigindo uma rápida implementação dessas reformas para cumprir com “a finalidade urgente de salvar vidas”.
O representante especial do secretário-geral para Migração Internacional e Desenvolvimento, Peter Sutherland, saudou as “reformas visionárias” para o sistema de asilo da região apresentadas hoje na “Agenda Europeia sobre a migração” da Comissão Europeia.
Em particular, os programas de realojamento e reassentamento propostos com base em distribuição por países da União Europeia, a promessa de oferecer meios legais mais seguros aos requerentes de asilo e distribuição da responsabilidade para proporcionar proteção internacional mais equitativa em todo o bloco europeu.
Um recorde de 219 mil pessoas atravessaram o Mediterrâneo em 2014 em barcos de traficantes de seres humanos, muitos que fugiam da guerra, perseguição e pobreza. Só em 2015, cerca de 62.500 pessoas fizeram a travessia, e pelo menos 1.800 morreram, de acordo com o ACNUR.