ONU pede uma frente unida para combater terror de grupos armados sobre a população da RD Congo

Enviados da ONU disseram que apenas ação conjunta entre as Forças Armadas da República Democrática do Congo (FARDC), Missão da ONU no país (MONUSCO) e população pode terminar com ameaça de grupo rebelde.

Funcionários da ONU se reúnem com representates das forças armadas da República Democrática do Congo (FARDC). Foto: MONUSCO

Funcionários da ONU se reúnem com representates das forças armadas da República Democrática do Congo (FARDC). Foto: MONUSCO

Os enviados das Nações Unidas e da União Africana pediram o estabelecimento de uma frente unida para colocar fim ao terror imposto à população por grupos armados no leste da República Democrática do Congo, ao visitarem a cidade de Beni, onde se reuniram com o prefeito local, oficiais militares congoleses e outros líderes da região.

Os funcionários da ONU reiteraram que apenas uma ação unida entre as forças armadas da República Democrática do Congo (FARDC), a Missão da ONU para a Estabilização do país (MONUSCO) e a população local pode terminar efetivamente com a ameaça do grupo rebelde no território de Beni.

Na última semana, Kobler pediu por ações militares decisivas e conjuntas do exército congolês e das tropas de paz da ONU, na sequência de dois ataques mortais executados por possíveis repressores das atividades de suspeitos membros das Forças Democráticas Aliadas (ADF).

Cerca de duas dúzias de pessoas foram mortas por supostos elementos da ADF em Eringeti, no norte de Beni, na noite entre 17 e 18 de outubro, diz a Missão. Dois dias antes, foi registrado um incidente que matou ainda mais pessoas, por conta de um ataque de assaltantes que, presumidamente, também pertenciam à ADF.