Agência da ONU também gera condições para que iniciem atendimento e continuem curso de especialização, além de atuar em gestão de conhecimento, assessoria técnica e nas gestões estratégica, administrativa e legal, entre outras áreas.
A cooperação da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no programa Mais Médicos se concentrou no deslocamento dos médicos cubanos para o Brasil, no apoio a seu treinamento no Módulo de Acolhimento, na sua distribuição e instalação nos municípios, e também na geração de condições para que possam iniciar os atendimentos e continuar seu curso de especialização, informou o escritório da agência da ONU no Brasil nesta segunda-feira (17).
A OPAS/OMS também realizou ações em áreas como gestão do conhecimento; apoio documental; assessoria técnica em temas de saúde materno-infantil e atenção básica, dentre outras; avaliação e gestão estratégica, administrativa e legal.
Dos cerca de 7,4 mil cubanos que chegaram ao país, apenas 2 mil ainda participam do Módulo de Acolhimento. Os demais já estão atuando nas unidades de saúde. Pouco mais de 20 profissionais deixaram o programa. As desistências aconteceram por motivos diversos, a maioria por problemas pessoais ou de doença. Cinco casos ocorreram por ausências injustificadas. Em todos eles, afirmou a agência, a reposição desses profissionais já aconteceu ou está em processo.
Leia a íntegra da nota informativa em: http://bit.ly/1mp23LH
Leia entrevista com o representante da OPAS no Brasil sobre o Mais Médicos em: http://bit.ly/1gO1vJR