Os consultores internacionais da OPAS/OMS são designados por região para realizar a gestão do Programa Mais Médicos. Eles se reúnem a cada três meses para trocar experiências, saberes e aprendizados, além de expor os desafios.

Programa Mais Médicos conta com profissionais de Cuba, do Brasil e de outros países. Foto: EBC
O representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Joaquín Molina, apresentou uma análise do Mais Médicos e as perspectivas do Programa para o próximo ano durante a reunião dos consultores internacionais da OPAS/OMS, encerrada nesta terça-feira (8), no Rio de Janeiro.
Os consultores internacionais da OPAS/OMS são designados por região para realizar a gestão do Programa Mais Médicos. Todos são médicos cubanos com vasta experiência em Medicina Familiar e de Comunidade. Eles se reúnem a cada três meses para trocar experiências, saberes e aprendizados, além de expor os desafios.
Os dois dias do encontro foram tomados por debates e compartilhamento de boas práticas. Também foram apresentadas as atividades de apoio à supervisão e ao curso de especialização, que faz parte do trabalho de todos os médicos do Programa, brasileiros e estrangeiros.
“Nós já temos mais de 300 mil relatórios de supervisão preenchidos e 4.503 trabalhos de conclusão de curso (TCC) defendidos. A quantidade e a qualidade de informação desses documentos são muito valiosas para a compilação de boas práticas e lições aprendidas”, disse Alysson Lemos, da Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS).
Os cursos ministrados para os profissionais do Programa Mais Médicos têm no mínimo 360 horas de duração, com momentos presenciais e virtuais. Os profissionais são avaliados continuamente por interação com supervisores e tutores e, ao final do curso, apresentam o TCC diante de uma banca examinadora formada pela universidade de referência.