Wafika e Taha, nascidos com paralisia cerebral, precisam de cuidados médicos e sociais. Originalmente de Damasco, a família fugiu da guerra na Síria em 2013 e procurou abrigo no Egito.
Diante da falta de serviços para pessoas com deficiência, os pais estão pedindo para serem realocados para oferecer melhores cuidados aos filhos.
A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) disse que o reassentamento também beneficiará o restante da família, promovendo o acesso ao trabalho e à educação. Confira nesse vídeo.