O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) informou na sexta-feira (10) que o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, divulgou seu relatório sobre negócios inclusivos da cúpula do ano passado. O documento pode ser acessado em português.
Para o G20, são considerados negócios inclusivos aqueles que integram pessoas da base da pirâmide econômica em suas cadeiras de valor, apoiando a busca pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A última cúpula do G20 ocorreu em Hangzhou, na China, em setembro do ano passado. Foto: EBC
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) informou na sexta-feira (10) que o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, divulgou seu relatório sobre negócios inclusivos da cúpula do ano passado. O documento pode ser acessado em português.
Para o G20, são considerados negócios inclusivos aqueles que integram pessoas da base da pirâmide econômica em suas cadeiras de valor, apoiando a busca pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Segundo o documento, embora o financiamento seja um desafio comum aos negócios inclusivos, os diferentes tipos de empreendimentos requerem apoios distintos. Por isso, é preciso haver coordenação entre governos e instituições financeiras de desenvolvimento dos países do grupo para ajudar a preencher as lacunas de financiamento.
A Plataforma Global sobre Negócios Inclusivos (IBG20) tem como objetivo apoiar os gestores públicos e acelerar a adoção de políticas e programas de negócios inclusivos. Suas principais atividades, até o momento, incluíram pesquisas sobre políticas públicas, estudos de casos de países, pesquisas junto às empresas e oficinas para gestores públicos.
Os negócios inclusivos ganham destaque na agenda do G20 em função de sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento sustentável. Ao conectar segmentos da população de baixa renda com os mercados, promovem crescimento econômico inclusivo e equilibrado.
Segundo o documento, ampliar o debate sobre o tema é o primeiro passo para enfrentar as dificuldades desse tipo de empreendimento nos países do grupo. Para isso, é necessário utilizar mensagens claras, fomentar a atuação dos países-membros nesse setor, compartilhar conhecimento e desenvolver parcerias.
O relatório traz questões como: as maneiras pelas quais os negócios inclusivos podem apoiar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos na Agenda 2030; os obstáculos enfrentados pelas empresas que buscam trabalhar com a base da pirâmide econômica e as abordagens políticas e financeiras capazes de fomentar os negócios inclusivos.
Clique aqui para acessar o relatório.