Parceria entre PNUD e ISPN contribui para desenvolvimento sustentável dos biomas brasileiros

O sucesso do Programa Pequenos Projetos Ecossociais é comemorado com exposição fotográfica do Cerrado na Casa da ONU em Brasília.

Exposição na Casa da ONU, em Brasília. Foto: PNUD/Humberto Santana.

Para comemorar os resultados de 20 anos de parceria e de criação do Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) lançaram, nesta terça-feira (08) a exposição “Extrativistas do Sertão”, do fotógrafo Bento Viana, que mostra pessoas, frutas e peculiaridades do Cerrado com o objetivo de resgatar os conhecimentos tradicionais, passados de geração em geração, numa forma de mostrar ao espectador a cultura dos coletores.

Criado em 1994, o Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS) é financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). O programa foi inovador na época de sua criação por se concentrar exclusivamente na preservação do bioma do Cerrado, quando as atenções estavam voltadas essencialmente para a proteção da Amazônia. A partir de 2012, o PPP-ECOS passou também a contemplar projetos do bioma da Caatinga e da Amazônia.

O PPP-ECOS apoia organizações não-governamentais e comunidades locais tradicionais na implementação de pequenos projetos de agroextrativismo de espécies do bioma do Cerrado, artesanato, projetos de recuperação de áreas degradadas e manejo de recursos hídricos na zona do semi-árido.

Ações de prevenção contra a desertificação e o aumento da resiliência das populações locais diante de adversidades também são áreas de atuação do programa. O seu objetivo é a preservação de meios de vida que integrem o uso sustentável da biodiversidade local.

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