O objetivo da iniciativa é valorizar agricultura sustentável do povo Xerente. Agroflorestas provêm benefícios ecológicos e econômicos à comunidade, pois unem espécies arbóreas, cultivos agrícolas e criações de animais no manejo da terra.
Atividades de capacitação para a implantação demonstrativa de agroflorestas nas aldeias da Terra Indígena Xerente, no Tocantins, vêm sendo promovidas pela Coordenação Regional Araguaia-Tocantins da Fundação Nacional do Índio (CR Araguaia-Tocantins /Funai) e pelo Projeto GATI (Gestão Ambiental e Territorial Indígenas), apoiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
O objetivo da iniciativa é contribuir para a valorização da agricultura sustentável nas práticas do povo Xerente. As agroflorestas oferecem benefícios ecológicos e econômicos à comunidade, uma vez que combinam espécies arbóreas, cultivos agrícolas e criações de animais nos métodos de manejo da terra.
Uma oficina de três dias sobre a implantação e as técnicas de manutenção das agroflorestas foi realizada na aldeia Santa Fé na última semana. Estiveram presentes a colaboradora do GATI, Bárbara Helena Ramos, e integrantes da Brigada Indígena Xerente. O objetivo do encontro foi fazer um levantamento preliminar sobre a agricultura indígena Xerente e permitir que o grupo seja multiplicador desses conhecimentos em outras aldeias da região.
Além disso, a aldeia São José também teve uma oficina no começo deste mês, da qual participaram 25 indígenas das 12 aldeias da região do Brupé. Dentre os assuntos discutidos, estiveram a otimização de recursos naturais, a integridade cultural, a autossustentação indígena e o financiamento de políticas públicas voltadas à gestão ambiental e às atividades agroflorestais em curso na Terra Indígena.
