Até 20 de junho, o Ministério do Meio Ambiente e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) estão com edital aberto para a contração de empresas ou de consórcios interessados na realização de dois novos projetos demonstrativos de inventário e de planos de gestão das Bifenilas Policloradas (PCBs). Iniciativas serão implementadas na Eletrobras Eletrosul S.A e na Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE-D).

As PCBs são fluidos isolantes presentes, principalmente, no setor elétrico. Foto: Deni Williams/Flickr CC.
Até 20 de junho, o Ministério do Meio Ambiente e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) estão com edital aberto para a contração de empresas ou de consórcios interessados na realização de dois novos projetos demonstrativos de inventário e de planos de gestão das Bifenilas Policloradas (PCBs). Iniciativas serão implementadas na Eletrobras Eletrosul S.A e na Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE-D).
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As Bifenilas Policloradas (PCBs) são moléculas cancerígenas presentes, principalmente, em equipamentos do setor elétrico. O PNUD e a pasta federal são responsáveis pelo Projeto de estabelecimento da gestão de resíduos de PCB e sistema de disposição.
Financiado com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), o programa promove a gestão sustentável dessas substâncias, melhorando o monitoramento e contribuindo para a eliminação progressiva desses compostos. A iniciativa visa ainda garantir o armazenamento ambientalmente adequado das PCBs em estoques.
A estratégia já realizou três projetos demonstrativos de inventário e planos de gestão, além de capacitar mais de 150 técnicos dos setores elétrico e de meio ambiente nas empresas COPEL, em Curitiba, CHESF, em Recife, e ELETROBRAS, em Manaus.
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