PNUD: Prêmio Equatorial apoiará com 10 mil dólares ações de desenvolvimento inclusivo e sustentável

Para participar, os projetos devem estar em andamento há pelo menos três anos; ter como base uma comunidade local e operação em área rural; e se localizar em um dos países nos quais o PNUD está presente. Inscrições terminam em 27 de maio.

A sociedade civil de mamirauá, uma das vencedoras do prêmio em 2004, destacou-se por combinar de forma inovadora conhecimentos indígenas tradicionais com técnicas modernas. Foto: Equator Initiative

A sociedade civil de mamirauá, uma das vencedoras do prêmio em 2004, destacou-se por combinar de forma inovadora conhecimentos indígenas tradicionais com técnicas modernas. Foto: Equator Initiative

Em 2015, o Prêmio Equatorial chega a sua 8ª edição. Neste ano, 20 iniciativas locais e indígenas – que implementam soluções inovadoras visando ao desenvolvimento inclusivo e sustentável – serão selecionadas para receber 10 mil dólares a serem investidos em programas focados no empoderamento de pessoas, uso eficiente dos recursos naturais e construção de comunidades resilientes. Além disso, os selecionados participarão, em dezembro, da COP21 – evento internacional da ONU sobre mudanças climáticas a se realizar em Paris, França. 

Um comitê técnico consultivo e um júri internacional avaliarão os projetos, baseados em critérios como: o impacto da iniciativa para melhorar o bem-estar da comunidade e dos meios de subsistência locais; liderança indígena e empoderamento das comunidades; parcerias entre o setor privado, a sociedade civil e institutos de pesquisa; inovação e transferência com abordagens para superar restrições vigentes; empoderamento das mulheres e inclusão social; resiliência, adaptabilidade e autossuficiência.

Para participar, os projetos devem estar em andamento há pelo menos três anos; ter como base uma comunidade local e operação em área rural; e se localizar em um dos países nos quais o PNUD está presente. As inscrições terminam em 27 de maio.

Entre as iniciativas brasileiras vencedoras nos últimos anos estão o uso de plantas medicinais de Goiás, carnaúba do Rio Grande do Norte e produção agroflorestal de Rondônia; projetos de comunidades locais e indígenas que, apesar da atuação regional, proporcionam desenvolvimento sustentável de benefícios globais.

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