País é uma das dez nações que mais possui desastres naturais no mundo e registrou mais de 30 mil catástrofes nas últimas duas décadas.

Inundações são responsáveis por dezenas de mortes no país. Foto: Flickr cc/Leo Eloy.
“Para nós esse tema é extremamente relevante, porque a ocorrência de um desastre é um retrocesso no desenvolvimento humano. Todo o trabalho para a redução da pobreza, ampliação do nível educacional e melhoria do quadro de saúde é abalado nessas situações”, disse a representante residente assistente para programa do PNUD, Maristela Baioni, durante o workshop Sistemas Nacionais de Políticas Públicas: boas práticas e insumos ao processo de estruturação do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC).
O evento foi realizado na Casa da ONU, em Brasília, com o objetivo de possibilitar a troca de experiências entre Sistemas Nacionais de Políticas Públicas de referência que são parceiros do Programa das Nações para o Desenvolvimento (PNUD) em projetos de cooperação técnica – como o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) – para colaborar com o debate sobre a regulamentação da legislação que rege o SINPDEC. Os palestrantes mostraram lições e boas práticas dos sistemas nacionais já consolidados no país, que possam colaborar com a regulamentação do SINPDEC.
“Tenho certeza que com a colaboração que recebemos hoje aqui, vamos poder crescer e construir um sistema de defesa civil ainda melhor”, comemorou o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Adriano Pereira Junior, durante a abertura do evento.
“Temos cada vez mais desastres naturais no Brasil e no mundo. Por isso, é fundamental para qualquer país desenvolver e melhorar cada vez mais os sistemas de proteção e defesa civil”, complementou o coordenador residente do sistema ONU no país e representante residente do PNUD, Jorge Chediek.
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