O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e a presidente da Assembleia Geral da ONU, María Fernanda Espinosa, condenaram na terça-feira (15) um ataque terrorista mortal em Nairóbi, capital do Quênia, e disseram se solidarizar com o povo queniano.
De acordo com relatos da mídia, o ataque aconteceu em um complexo de hotéis de luxo de Nairóbi, o DusitD2, no bairro de Westlands, onde diversos agressores armados abriram fogo e invadiram o local. Segundo relatos, o ataque foi reivindicado pelo Al-Shabaab, grupo islâmico extremista ligado à Al Qaeda e que realizou muitos ataques na África na última década. De acordo com a mídia internacional, 15 pessoas foram mortas no ataque.

Centro de Nairóbi, no Quênia. Foto: ONU-HABITAT
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e a presidente da Assembleia Geral da ONU, María Fernanda Espinosa, condenaram na terça-feira (15) um ataque terrorista mortal em Nairóbi, capital do Quênia, e disseram se solidarizar com o povo queniano.
Expressando “total solidariedade ao povo, ao governo e ao presidente do Quênia”, Guterres condenou “o horrível ato terrorista” durante encontro na sede da ONU em Nova Iorque.
Em comunicado mais tarde, o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, afirmou que “o secretário-geral estende suas condolências às famílias das vítimas e deseja rápida recuperação aos feridos”, destacando que o chefe da ONU “está acompanhando de perto acontecimentos na capital queniana”.
A presidente da Assembleia Geral, María Fernanda Espinosa Garcés, também expressou suas “mais sinceras condolências ao governo e ao povo do Quênia”.
“Me solidarizo especialmente com vítimas destes atos de violência e com suas famílias”, acrescentou, condenando “estes inexplicáveis atos de violência extrema”.
De acordo com relatos da mídia, o ataque aconteceu em um complexo de hotéis de luxo de Nairóbi, o DusitD2, no bairro de Westlands, onde diversos agressores armados abriram fogo e invadiram o local. Segundo relatos, o ataque foi reivindicado pelo Al-Shabaab, grupo islâmico extremista ligado à Al Qaeda e que realizou muitos ataques na África na última década. De acordo com a mídia internacional, 15 pessoas foram mortas no ataque.