Rede Brasil é eleita representante da América Latina em conselho do Pacto Global da ONU

A Rede Brasil foi nomeada representante da América Latina no Conselho Global das Redes Locais, uma das instâncias que compõem a nova estrutura de governança do Pacto Global da ONU.

O Pacto Global é uma iniciativa desenvolvida pelo ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan com o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção, em suas práticas de negócios, de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção.

Cerimônia de nomeação dos representantes dos Conselhos Regionais das Redes Locais. Foto: Rede Brasil do Pacto Global

Cerimônia de nomeação dos representantes dos Conselhos Regionais das Redes Locais. Foto: Rede Brasil do Pacto Global

A Rede Brasil foi nomeada representante da América Latina no Conselho Global das Redes Locais, uma das instâncias que compõem a nova estrutura de governança do Pacto Global da ONU.

O anúncio foi feito durante o Fórum Anual das Redes Locais que aconteceu nos dias 23 e 24 de abril, em Buenos Aires, Argentina. A Rede Brasil foi representada na cerimônia pelo seu secretário executivo, Carlo Pereira.

Além da América Latina, que conta com 15 redes locais, outras quatro regiões do mundo nomearam seus representantes que farão parte do conselho, que por sua vez elegerá um representante que fará parte do Conselho do Pacto Global, instância máxima da iniciativa que tem como presidente o secretário-geral da ONU, Antônio Guterres.

Recentemente, Guterres nomeou dois vice-presidentes para o Conselho: a nigeriana Bola Adesola, diretora-executiva do banco britânico Standard Chartered, e o holandês Paul Polman, presidente-executivo da Unilever.

O Pacto Global é uma iniciativa desenvolvida pelo ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan com o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção, em suas práticas de negócios, de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção refletidos em dez princípios.

Essa iniciativa conta com a participação de agências das Nações Unidas, empresas, sindicatos, organizações não governamentais e demais parceiros necessários para a construção de um mercado global mais inclusivo e igualitário. Atualmente, há mais de 12 mil organizações signatárias articuladas por cerca de 150 redes no mundo.