Quatro anos de conflito levaram a uma significante deterioração da saúde dos refugiados da Palestina que se encontram no país. A Agência da ONU de Assistência aos Refugiados da Palestina presta assistência a 480 mil integrantes dessa população que se encontram na Síria.

Antes do conflito, a UNRWA gerenciava 23 centros de saúde na Síria. Hoje, apenas 12 ainda estão em operação. Com o apoio de doares como os Estados Unidos, a UNRWA estabeleceu 11 novos centros de saúde, oito deles localizados em abrigos coletivos temporários. Rukn Eddin, Damasco. Foto: Taghrid Mohammad / UNRWA 2015
Serviços de saúde robustos e acessíveis são essenciais para a resiliência dos refugiados da Palestina na Síria. Quatro anos de conflito levaram a uma significante deterioração da saúde dos refugiados, e hoje muitos estão lutando contra traumas físicos e emocionais. Esta situação é agravada pelo empobrecimento, pelo sucessivo deslocamento e pela deterioração de instalações básicas de água, esgoto e saneamento.
Graças ao generoso apoio de doadores como os Estados Unidos, a Agência da ONU de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) abriu 11 centros de saúde na Síria para atender os refugiados da Palestina que foram deslocados para áreas onde não existem serviços da UNRWA.
Os centros de saúde, que são menores que as tradicionais clínicas da Agência e foram criados em lugares próximos da rota de deslocamento dos refugiados, oferecem atendimento ambulatorial, acompanhamento e tratamento de doenças não transmissíveis e serviços farmacêuticos. Alguns também dispõem de maternidades, laboratórios e serviços odontológicos.
Hoje, cerca de 95% dos 480 mil refugiados da Palestina na Síria dependem da UNRWA para atender às suas necessidades básicas diárias.
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