Relatório do Banco Mundial mostra que número de celulares no Brasil quase triplicou em seis anos

Em 2005, eram 46 aparelhos para cada 100 pessoas. Essa média subiu para 123 em 2011. América Latina lidera expansão de telefonia móvel com 98% da população recebendo sinal.

A média de aparelhos celular no Brasil passou de 46, em 2005, para 123 em 2011 considerando grupos de 100 pessoas. No mesmo período, o número de lares com telefonia móvel subiu de 59% para 92%. Os números são do estudo Maximizando o Acesso Móvel para o Desenvolvimento, lançado este mês pelo Banco Mundial.

O preço dos telefones caiu de 11,7% do PIB per capta em 2005 para 7,3% em 2010. O número de usuários de smartphones ainda não chegou a 20% da população, deixando o país na 34ª colocação em 42 territórios analisados neste critério.

O percentual de brasileiros que usam a internet pelo celular aumentou de 1,5% em 2005 para 2,7% em 2010 e cresce a demanda por transações de alta velocidade e alto volume, assim como de tecnologia para suportar essa troca de dados.

Embora raridade em muitos países em desenvolvimento, o número de celulares no mundo subiu de um bilhão para seis bilhões entre 2000 e 2012. Esse crescimento está transformando a vida das pessoas, mudando a maneira de elas se comunicarem e gerando empregos.

Tal expansão é liderada pela América Latina, onde 98% da população recebe sinal de celular. Na média, 81% das assinaturas da região são pré-pagas, enquanto nos países de renda alta o percentual cai para 36% – e na África Subsaariana sobe para 96%.

Apenas em 2010, os latino-americanos falaram em média 141 minutos por mês. A exceção foi a Argentina, onde o número de chamadas caiu entre 2005 e 2010 e 97% dos usuários usaram a mensagem de texto como forma regular de comunicação.

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