Ian Martin afirmou ao ao Conselho de Segurança que especialistas teriam funções consultivas e de coordenação nas suas respectivas áreas, bem como a capacidade de mobilizar apoio adicional quando necessário.

O enviado da ONU para a Líbia disse nesta quarta-feira (7/3) ao Conselho de Segurança que a Organização pretende manter no país norte africano uma “pegada leve”, enquanto se esforça para fornecer um apoio flexível, responsável e de qualidade na transição democrática do país.
“Recomendamos que este apoio seja concedido na forma de uma missão estruturalmente integrada para maximizar o impacto de todo o sistema das Nações Unidas”, disse Ian Martin, Representante Especial do Secretário-Geral e Chefe da Missão de Apoio das Nações Unidas na Líbia (UNSMIL), em relatório ao Conselho.
Martin ressaltou que a proposta de estrutura da UNSMIL seria baseada em um pequeno núcleo de especialistas, que teriam funções consultivas e de coordenação nas suas respectivas áreas, bem como a capacidade de mobilizar apoio adicional quando necessário.
Nos próximos 12 meses, a Missão deve focar em cinco áreas diferentes: transição democrática e processo eleitoral; segurança pública; prevenção da proliferação de armas e segurança na fronteira; direitos humanos; justiça de transição e o Estado de Direito; e coordenação da assistência internacional.