O laço vermelho, símbolo da solidariedade com as pessoas que vivem com HIV, ganhou destaque na cerimônia do Oscar 2017. Adereço foi utilizado pelo dramaturgo e roteirista Tarell Alvin McCraney, premiado com a estatueta de Melhor Roteiro Adaptado por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’. O longa-metragem levou outros dois prêmios — o de Melhor Filme e Melhor Ator Coadjuvante, para Mahershala Ali.

Tarell Alvin McCraney (à esquerda) e Barry Jenkins (à direita). Foto: WireImagem
O laço vermelho, símbolo da solidariedade com as pessoas que vivem com HIV, ganhou destaque na cerimônia do Oscar 2017. O adereço foi utilizado pelo dramaturgo e roteirista Tarell Alvin McCraney, premiado com a estatueta de Melhor Roteiro Adaptado por Moonlight: Sob a Luz do Luar. O longa-metragem levou outros dois prêmios — o de Melhor Filme e Melhor Ator Coadjuvante, para Mahershala Ali.
O laço que McCraney usou durante a premiação pertence à coleção pessoal da atriz, e também ativista pelo fim da AIDS, Elizabeth Taylor. A artista já havia vestido o adereço em edições passadas do Oscar.
Moonlight: Sob a Luz do Luar acompanha a trajetória de Chiron, menino nascido e criado no bairro de Liberty City, em Miami. A trama aborda temas como discriminação, racismo, homossexualidade e consumo de drogas. A mãe do protagonista é usuária de crack.
McCraney e o diretor do filme, Barry Jenkins, têm uma história de vida intimamente associada à epidemia de HIV: os dois tiveram mães que se tornaram usuárias de crack e que se infectaram com o vírus. Em entrevista à imprensa norte-americana, Jenkins chegou a afirmar que “Tarell Alvin McCraney e eu somos essa criança. Nós somos Chiron”. O prêmio de Melhor Roteiro Adaptado foi dividido entre o roteirista e o cineasta.