O atendimento a pessoas que deixam o sistema prisional, assim como a seus familiares —provendo acesso à rede de serviços de apoio em áreas como qualificação profissional, moradia, documentação e saúde —, é a proposta do Escritório Social, criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2016.
Agora, o serviço já chega a 14 Unidades da Federação. Foram recém-inaugurados os escritórios de Palmas (TO) e de João Pessoa (PB). Nesta sexta-feira (4), foi assinado acordo de cooperação para o lançamento de sete unidades no Rio Grande do Norte.
O Escritório Social resulta de gestão compartilhada entre o Poder Judiciário e o Executivo. A expansão e otimização da metodologia do Escritório Social faz parte do programa Justiça Presente, parceria do CNJ e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com apoio Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).