Em mensagem para o Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito, lembrado em 20 de novembro, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, chamou a atenção para a necessidade de medidas que evitem as fatalidades nas estradas.
De acordo com a ONU, aproximadamente 3,4 mil pessoas perdem as vidas todos os dias nas estradas do mundo, e 90% das mortes ocorrem em países de renda baixa e média.

Trânsito intenso em Brasília. Foto: ABr/Fabio Rodrigues Pozzebom
Em mensagem para o Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito, lembrado em 20 de novembro, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, chamou a atenção para a necessidade de medidas que evitem as fatalidades nas estradas.
De acordo com a ONU, aproximadamente 3,4 mil pessoas perdem as vidas todos os dias nas estradas do mundo, e 90% das mortes ocorrem em países de renda baixa e média.
“É preciso melhorar a qualidade e a segurança das estradas e dos veículos; implementar medidas que evitem o excesso de velocidade e a direção alcoolizada; bem como promover vigorosamente o uso de cintos de segurança, capacetes para motociclistas e assentos de carro para as crianças”, frisou Ban.
Ele também afirmou ser necessário melhorar as respostas após os acidentes, como cuidados emergenciais adequados, melhor tratamento médico, apoio psicológico ao acidentados e reabilitação precoce, a fim de salvar mais vidas e reduzir a deficiência dos feridos.
“Em todo o mundo, há uma grande disparidade no acesso aos cuidados de emergência. Estima-se que se os sistemas de cuidados de emergência para pacientes gravemente feridos de países de baixa e média renda tivessem os níveis de nações de alto desempenho, aproximadamente 500 mil vidas poderiam ser salvas a cada ano”, ressaltou.
O secretário-geral destacou ainda ser importante atingir a Meta de Desenvolvimento Sustentável 3.6, que prevê reduzir em 50% o número de pessoas mortas e feridas em acidentes de trânsito até 2020.
“Nesta Dia Mundial, em honra aos mortos e feridos de cada ano, vamos tomar as medidas necessárias para tornar as nossas estradas seguras para todos”, concluiu Ban.