“Minha filha entrou em pânico quando ouviu os tiros e agora ela entra em pânico o tempo todo. Tudo o que desejo é que, um dia, minha filha não tenha mais ataques de pânico”, disse Leila, de 30 anos. Foto: ACNUR

“Minha filha entrou em pânico quando ouviu os tiros e agora ela entra em pânico o tempo todo. Tudo o que desejo é que, um dia, minha filha não tenha mais ataques de pânico”, disse Leila, de 30 anos. Foto: ACNUR

“Minha filha entrou em pânico quando ouviu os tiros e agora ela entra em pânico o tempo todo. Tudo o que desejo é que, um dia, minha filha não tenha mais ataques de pânico”, disse Leila, de 30 anos. Foto: ACNUR

“Minha filha entrou em pânico quando ouviu os tiros e agora ela entra em pânico o tempo todo. Tudo o que desejo é que, um dia, minha filha não tenha mais ataques de pânico”, disse Leila, de 30 anos. Foto: ACNUR